Passar por um período de queda de cabelos é realmente traumático. São dias, semanas, às vezes meses que parecem nunca ter fim. Os cabelos cada vez em menor quantidade, menos volumosos, vão deixando o couro cabeludo a cada escovada, banho ou noite com a cabeça encostada no travesseiro. Nos ombros, no teclado do computador, na mesa do escritório, balcão, folha do caderno, as lembranças daqueles que já estiveram firmemente presos no couro cabeludo e agora povoam todos os espaços à sua volta, menos a sua cabeça.
Muitos casos como este são passíveis de melhora, muitas delas sem que o paciente visite o médico, pois estão relacionadas a estresses, má alimentação, uso de alguns medicamentos etc. Quando estes fatores são corrigidos ou desaparecem, e se o paciente agüentar esperar pela recuperação natural dos cabelos, a tendência é que os cabelos lentamente reapareçam e reocupem o lugar que os é de direito.
Em alguns casos, comuns nas calvícies hereditárias masculinas e femininas, este quadro não costuma parar, evolui sempre, sem perspectiva de melhora. A angústia persiste e torna-se um estresse que acaba por si só agravando o quadro e deixando o couro cabeludo mais calvo. Os poucos cabelos que ainda persistem tornam-se mais solitários e isolados no couro cabeludo até que poucos fiquem para contar a história daquela que um dia foi uma cabeleira vasta e volumosa.
Perder os cabelos é uma situação embaraçosa, exalta brincadeiras de mal gosto que acabam minando a paciência e a vaidade de quem vê cada vez menos cabelos na cabeça. Aumenta a ansiedade, pois a cada fio perdido parece que um quilômetro quadrado de área calva se abre no couro cabeludo. E mesmo em calvícies consideradas transitórias, quando não tratadas, cada dia em que se perde cabelos parece ter muito mais que 24h, cada semana perdendo cabelos passa a impressão de ter mais de 7 dias e cada mês sem recuperá-los passa a ser visto como um período muito maior que 30 dias.
Perder cabelos não faz bem para o físico pois reduz a vaidade, e também para o psíquico pois fere a auto-estima e a auto-aceitação. Ter os cabelos ralos ou raleando é um trauma real, deve ser visto como matéria médica e deve ser seguido de perto por um profissional habilitado. O dermatologista especialista em cabelos é este profissional, que entende e prescreve os medicamentos certos, para aquele caso em especial depois de estudá-lo e avaliá-lo com calma e presteza. Este especialista não é franco atirador, sabe que medicação receitar e normalmente acerta no alvo quais são os melhores ativos e medicamentos para cada caso em especial. É um médico e um psicólogo. Um amigo e um parceiro, comprometido com angustia que sente alguém que está ficando calvo. É o profissional que não perde tempo para que seus clientes não percam mais cabelos, ao contrário, faz de tudo para que os recuperem o quanto antes possível.
Você que está perdendo cabelos deve saber que o problema da queda de cabelos não é mais seu, é de seu especialista em cabelos.
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